quinta-feira, 9 de junho de 2011

Poente


e tudo se vai...
as ondas, o vento, o tempo, os amores, os carinhos.
Nós, meros humanos, vivemos do que poderia ter sido, usando o clichê como palavras de ordem, e assim caminhamos, clepsidras de lamentos e angustias.Queremos dar o melhor de nós mesmos e colocamos na mesma frase o conhecimento de crescer a cada dia, como então ser melhor se vivemos do que se foi?

quarta-feira, 25 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

capítulo XII parágrafo 2


E todo amor familiar que eu tinha dentro de mim foi transformado em distância e isolamento, eu me descrevi como Raul Pompéia. E meus dias não passavam de ilusões de criança educada exoticamente na estufa de carinho. Questionando sobre a vida, a morte, origens, palavras, sentimentos, expressões. Alimentando minha força individual e aprendendo a conviver sem amor materno.