sábado, 4 de dezembro de 2010

...porque eis que o reino de Deus está dentro de vós.


De acordo com uma lenda hindu, os seres humanos abusaram tanto de seus poderes divinos que os deuses decidiram retirar-lhes a divindade e esconde-la onde os homens jamais a pudessem encontrar.Mas eis a questão: onde? se escondessem a divindade no fundo da terra, os homens cavariam até encontra-la. se a enterrassem no fundo do oceano, os homens acabariam por acha-la. se, por outro lado, a divindade fosse colocada no alto de uma montanha, um dia os homens escalariam o pico e a descobririam.
Por fim, o mais sábio dos deuses disse:"Eis o que faremos com a divindade humana: vamos oculta-la no interior do próprio homem, pois esse é o ultimo lugar em que pensaria em procura-la."
E assim tem sido. Durante séculos, temos explorado a terra, o céu e o mar em busca de uma experiência que se encontra no nosso próprio quintal. Atualmente, porem a humanidade esta numa situação decisiva. Finalmente, estamos a procura da divindade no nosso intimo - lugar onde sempre esteve.
Você tem um papel importante nessa transformação.À medida que começa a se voltar para dentro de si, sua espiritualidade irá emergir a partir da sua experiência dessa divindade interior.
Quando um numero maior de pessoas se aperceberem dessa divindade interior, os dogmas e conflitos religiosos que tem dividido o planeta desaparecerão. Independentemente da cultura ou formação de cada um, nossa experiência íntima do Divino será unica e a mesma para todos.

Ela será a experiência do AMOR.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

se eu retirasse todas as pessoas que julgo inuteis da minha vida... talvez não sobrasse espaço pra mim.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

tempo.


Não havia chovido e muito menos feito sol, era dia comum, não triste como lágrimas do céu, nem como alegria de fim de semana, apenas comum.
O vento calmo balançava as folhas que, com muita facilidade, se desprendiam dos galhos.
A pequena casa de fundo, esconderijo de uma bela história de amor, completava o cenário das folhas que dançavam levemente pelo ar.
Naquele momento era impossivel não reparar no grande espetaculo que o vento ensaiava, no som que surgia do vácuo e na beleza das cores, nem velhas, nem jovens, eram apenas adultas.
Poderia ser um dia como outro qualquer, se não fosse o tapete de folhas secas que dificultava o trabalho das formigas, se não fosse aquela cor... quase mórbida.
Poderia ser um dia como outro qualquer, mas a brisa fria anunciava que, naquele dia o sol passaria a se esconder por de trás das nuvens cinzas e o verde demoraria á surgir novamente na copa das arvores, era o outono...